
A cidade teve uma queda bastante grande na posição em relação as demais cidades do Estado de São Paulo. Em 2006 Santa Rita estava na 46ª posição no ranking das 645 cidades do Estado com a pontuação de 0,7449.
Estes dados (2006) são referentes ao último ano do governo de Nelson Scorsolini. Naquele momento os números eram bons, exemplo do índice de liquidez que recebeu a nota máxima (1,0),o nosso custo de vida também foi avaliado em um patamar bom e a receita própria do município também foi bem avaliada.
Passados 10 anos, onde a avaliação considera os 8 anos do governo de Mauro Zorzi e 2 anos de Dr. João Roberto e Pilha a situação da cidade foi deteriorada por inúmeros fatores, alguns de controle do Executivo Municipal e outros não de seu controle.
Os dados referentes a 2016 colocam a cidade 369ª lugar, isto é, perdemos assim 323 posições no ranking. Os índices que jogam a cidade para esta situação são o investimento e liquidez que ficam na faixa vermelha, na última posição. O Custo de vida ainda está em bom patamar. Cai também a receita própria, mas se mantem o índice de gastos de pessoal.
A recuperação dos índices de 2006 passa por um grande esforço por parte do Prefeito que já vem fazendo sua parte, mas também está ligado a recuperação da atividade industrial, coisa que depende de políticas públicas implementadas pelo Governo Federal.
Índice Firjan, o que é
Para contribuir com uma gestão pública eficiente e democrática, o Sistema FIRJAN desenvolveu o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF). Uma ferramenta de controle social que tem como objetivo estimular a cultura da responsabilidade administrativa, possibilitando maior aprimoramento da gestão fiscal dos municípios, bem como o aperfeiçoamento das decisões dos gestores públicos quanto à alocação dos recursos.
Lançado em 2012, o IFGF traz o debate sobre um tema de grande importância para o país: a forma como os tributos pagos pela sociedade são administrados pelas prefeituras. O índice é construído a partir dos resultados fiscais das próprias prefeituras – informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). As prefeituras são responsáveis por administrar um quarto da carga tributária brasileira, ou seja, mais de R$ 461 bilhões, um montante que supera o orçamento do setor público da Argentina e do Uruguai somados.
Com base nesses dados oficiais, o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal 2017 – ano de referência 2016 – avaliou a situação fiscal de 4.544 municípios, onde vivem 177,8 milhões de pessoas – 87,5% da população brasileira. Apesar da determinação da lei, os dados do exercício fiscal 2016 de 1.024 prefeituras não estavam disponíveis ou não eram consistentes (informações que não foram passíveis de análise).
Leitura do IFGF
Composto por cinco indicadores – Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida –, o IFGF tem uma metodologia que permite tanto comparação relativa quanto absoluta, isto é, o índice não se restringe a uma fotografia anual, podendo ser comparado ao longo dos anos. Dessa forma, é possível especificar, com precisão, se uma melhoria relativa de posição em um ranking se deve a fatores específicos de um determinado município ou à piora relativa dos demais.
Metodologia
O IFGF tem uma leitura dos resultados bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município no ano em observação.






