Velho Quatis das ruas empoeiradas, das crianças jogando bola de meia, as bolinhas de vidro, das pernas de pau, dos pega-paga, das brincadeiras de roda, das amarelinhas no chão batido, dos circos armados no antigo campo do São Sebastiãozinho, do Bar do Nenê Arruda, do Bar do Paco, do Ferro Velho do Barbatana, da vila do Vitor Austriáco (toda cercada de de cedrinho de árvore de natal), da Dona Ana, do “seu” Chico Cassiano, do Guinelo e do Baião, da Jorgina e da Neide, do Chico do Bumbo, do Dito do Cavaquinho, do Almofadinha, do Boludo, do Ticão e do Valdevino, do Nelson Lombriga, do Ambrósio, do Time dos Engraxates, da Sebastiana, do 32 e do Antenorzinho da 13 de Maio! Da 13 DE MAIO, com seu batuque nos carnavais de verdade, da Sociedade Esportiva Cinelândia (duas vezes campeã do Amador Regional! Dos bons de bola: Dinho, Palito, Armandinho, Bolacha, Toco, Ditinho, Nelsinho, Sará… De gente modesta do subúrbio tão perto do centro da cidade!







