Ao lado de outras cidades da região com o mesmo perfil econômico. A estimativa foi divulgada na última semana do mês de agosto, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que também divulgou que a população brasileira alcançou o contingente de 213,4 milhões de habitantes em 1º de julho de 2025., o que representa para o país um crescimento de 0,39% em relação ao ano anterior.
De acordo com os dados do IBGE, a cidade – que no último Censo de 2022 contava com 24.833 habitantes -, deverá alcançar a marca de 24.996 moradores em 2025. Um modesto crescimento de cerca de 0,65%.
Dos 1070 municípios brasileiros com população estimada entre 20.001 e 50.000 habitantes, apenas 40 deverão registrar aumento populacional acima dos 2%. A maior parte deles (525), terá uma taxa de crescimento populacional entre 0 a 0,5%. Outras 250 cidades brasileiras com este perfil deverão registar uma diminuição no número de habitantes.
Em municípios como Leme, São João da Boa Vista, Matão, Pirassununga e Porto Ferreira, o crescimento modesto também reflete a dinâmica demográfica da área. Leme, por exemplo, deve passar de 101.316 em 2024 para 101.537 habitantes em 2025.
Já a expansão populacional de São Carlos – que continua liderando entre as cidades que mais crescem e se consolidando como o município mais populoso da região central do estado de São Paulo – reforça a necessidade de um planejamento urbano e de infraestrutura que acompanhe essa demanda crescente. Os dados servem como um importante subsídio para a gestão pública na formulação de políticas nas áreas de saúde, educação, transporte e desenvolvimento social, visando garantir a qualidade de vida dos seus atuais e futuros moradores. De acordo com as estimativas, a cidade, que em 2024 contava com 265.294 habitantes, deverá alcançar a marca de 266.427 moradores em 2025.
Para se chegar à estimativa populacional, o IBGE parte do último censo realizado e faz projeção anual em cima de dados como taxas de mortalidade e nascimento. Os dados também são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre os censos.Os dados da pesquisa são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa também considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o Censo 2022. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025.
Apenas 122 municípios têm aumento populacional igual ou superior a 2%
Dos 5.571 municípios, 2.079 (37,3%) apresentam redução populacional, 3.011 (54%) crescimento de zero a 0,9% e apenas 2,2% (122 municípios) alta igual ou superior a 2%. Há também diferenças marcantes entre as grandes regiões.E nquanto Centro-Oeste possui a maior proporção (26,5%) de municípios com taxas de crescimento acima de 1%, Sul e Nordeste concentram o maior percentual, respectivamente 41,6% e 39,2%, de municípios com queda na população.
Quase metade (45,8%) dos municípios com até 20 mil habitantes reduziram sua população, a maior proporção entre os grupos de tamanho de municípios. Já aqueles com população entre 100 mil e 500 mil pessoas tiveram a maior proporção de municípios (19,0%) com crescimento acima de 1%.







